Eu sempre pensei na hipótese de que a cura do câncer ou da AIDS pudesse estar mais perto da gente do que imaginávamos. Sabe, essa coisa de estar com a cura nas mãos, ao nosso alcance e não ter idéia disso? Sei lá, lamber um lápis, chupar tinta de caneta, mastigar pedra, comer farofa de tatuís no verão, lamber asfalto quente por três horas diárias, comer bosta e por aí vai. Dessas coisas que a gente nunca imagina mesmo – ou simplesmente não vai ser o primeiro a testar sem base científica alguma.
E falando em bosta – e agora eu posso falar por ser uma ex-fumante – de acordo com um estudo da Universidade de Stanford (Califórnia), a planta do tabaco pode oferecer a vacina para tratar uma das formas da doença.
A planta foi utilizada como incubadora de um anticorpo químico capaz de combater linfoma folicular de célula-B, um tipo de câncer do grupo de linfomas não-Hodgkin, cujas células possuem como características a reprodução de clones idênticos que carregam o mesmo anticorpo na sua superfície exterior
A estratégia da vacina é injetar os anticorpos do câncer no paciente diagnosticado com a doença, estimulando o seu sistema imunológico para reconhecer e destruir as células do linfoma.
A vacina, em fase inicial de testes, foi utilizada em 16 pacientes para análise dos efeitos colaterais dos anticorpos produzidos pelas plantas. O resultado da primeira fase foi publicado nesta semana na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences.
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Você postando imagens de campanha contra o tabagismo?
É, minha gente, as coisas mudam…
… mas só mudam enquanto ainda há tempo.
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